sábado, 11 de maio de 2019

seu chaveiro de sessão não foi desbloqueado automaticamente

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Meu nome é Edson. Sou Técnico em Eletrônica, Técnico em química, Técnico em programação, rádio escuta (SWL) e Radioamador. Sou casado e tenho dois filhos...

Não tenho a pretensão de que este blog seja referencia para quem quer que seja. O objetivo é servir como uma maneira de registrar minhas experiencias com eletrônica, programação radioamadorismo e Linux. Se ajudar alguém beleza, senão paciência...
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Problemas com sistemas de computadores sempre existiram e sempre existirão, mas a maioria deles podem ser resolvido com um pouco de pesquisa, paciência e atenção. No caso do Linux, em geral basta uma consultar nas Man Page's.

O Chaveiro de Sessão é um daqueles pequenos probleminhas que podemos resolver de forma bem simples.



     O que é o Chaveiro de Sessão? 


 O Chaveiro de Sessão ou Keyring, é uma coleção de componentes no que  armazena segredos, senhas, chaves, certificados e os disponibiliza para os aplicativos.
     O problema acontece quando o Chaveiro de Sessão não é desbloqueado automaticamente no login, exibindo uma mensagem solicitando o seu desbloqueio.
     Eu não tinha problemas com ele, até que comecei a fazer algumas experiencias com hardware e começou a me irritar, principalmente porque precisava reiniciar meu PC de testes várias vezes durante as experiências.

     A solução...



O Seahorse (Cavalo Marinho) é um programinha responsável pelo gerenciamento de chaves e senhas de criptografia guardadas no Keyring.




Se não estiver instalado;

# apt-get install seahorse

Depois de instalado podemos chama-lo pelo menu executar (Alt+F2), pelo menu "Acessórios" => "Senhas e Chaves" ou chamá-lo diretamente através de um terminal.
Estando em execução, clique com o direito em login e selecione "Alterar senha".


Informe sua senha:

E deixe a nova senha vazia...


Tenha em mente que o seu arquivo de senhas não está mais criptografado e portanto, pode ser aberto por alguém que tenha acesso á sua maquina. Então use por sua própria conta e risco.
Eu só uso isso na minha maquina de testes, no PC de produção não...

Fonte: https://wiki.gnome.org/GnomeBrasil

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Problemas com teclado ABNT2 no Debian Linux 9

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Meu nome é Edson. Sou Técnico em Eletrônica, Técnico em química, Técnico em programação, rádio escuta (SWL) e Radioamador. Sou casado e tenho dois filhos...

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Estava fazendo experiências com um protótipo de impressora CNC com Arduino, em meu Debian 9. Tudo corria muito bem até que precisei usar cedilha e acentos.
Saiu isso:

E no terminal também não estava diferente...








Procurei no Google alguma coisa que me ajuda-se a resolver isso mas nenhum artigo que encontrei resolvia.
Bem, já diz o ditado: "Não desista antes de tentar...". Foi o que fiz...
Fui para as páginas de manuais do Debian:

Man Page's immodules

Não vou entrar em detalhes de como cheguei até aqui mas...

Alguns pacotes necessários  para o funcionamento da CNC também alteram configurações de arquivos e módulos, dentre eles o immodules.cache.
Como corrigir? Fácil, mas nem tanto... Uma das grandes vantagens para quem usa Ubuntu é sem dúvida a sua vasta documentação. Mas ela não atende somente o Ubuntu, serve para várias outras distribuições.


Como eu disse os programas instalados para tratar a CNC e as modificações descuidadas que fiz acabaram modificando a forma com que o meu sistema carrega. Alguns módulos simplesmente não foram mais carregados por padrão ou estavam vazios.
Bem, meu notebook é 32 bits e meu PC é 64 bits. Meio óbvio que os arquivos não estarão no mesmo lugar, então procurar como root:

No 64 bits:
# find /etc/lib -name immodules.cache
/usr/lib/x86_64-linux-gnu/gtk-2.0/2.10.0/immodules.cache
/usr/lib/x86_64-linux-gnu/gtk-3.0/3.0.0/immodules.cache

No 32 bits:
# find /etc/lib -name immodules.cache
/usr/lib/i386-linux-gnu/gtk-2.0/2.10.0/immodules.cache
/usr/lib/i386-linux-gnu/gtk-3.0/3.0.0/immodules.cache

Agora, basta editar os arquivos encontrados...

No 64 bits adicionei na linha que menciona o cedilha ":pt-br" porque meu teclado é padrão ABNT2 com c e ç.
Ficou assim:

"cedilla" "Cedilla" "gtk20" "/usr/share/locale" "az:ca:co:fr:gv:oc:pt:sq:tr:wa:pt-br"


E no 32 bits adicionei  ":us" porque o teclado é us-acentos com teclas mortas (não gosto do termo, mas é assim mesmo). Ficou assim:

"cedilla" "Cedilla" "gtk20" "/usr/share/locale" "az:ca:co:fr:gv:oc:pt:sq:tr:wa:us"


Depois alterar o arquivo compose:
# sed -i /usr/share/X11/locale/en_US.UTF-8/Compose -e 's/ć/ç/g' -e 's/Ć/Ç/g'

Pra fazer o sistema carregar o módulo do cedilha basta adicionar estas linha do arquivo /etc/environment.

GTK_IM_MODULE=cedilla
QT_IM_MODULE=cedilla

Aqui tem que reiniciar tudo. Dá pra carregar só o módulo mas vira gambiarra da grossa, então:

# shutdown -r now

É isso!

Mas, porque isso aconteceu?
Simplesmente não li a documentação, não li os avisos durante as instalações dos softwares e desprezei os avisos do sistema sobre as coisas que estavam acontecendo.
Por preguiça fui apertando enter até dar "MERLIN"...
Linux ou qualquer outro sistema, oferece este tipo de segurança para a própria  integridade, mas o usuário "preguiçoso" pode matar a melhor configuração de segurança que existe... E foi o que eu fiz...
O que aprendi? prestar atenção e ler mais sobre os detalhes do projeto antes de comprometer o sistema de produção.



Ed.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

O início de tudo

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Meu nome é Edson. Sou Técnico em Eletrônica, Técnico em química, Técnico em programação, rádio escuta (SWL) e Radioamador. Sou casado e tenho dois filhos...

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Minha história com Linux começou assim...



     Em meados de 1999, estava no aeroporto em Florianópolis, esperando pelo voo que me levaria para um curso em São Paulo.
     Enquanto esperava a hora do embarque, fui até uma banca de revistas no aeroporto em busca de algo para ler.
     Chamou-me a atenção uma tal de PcMaster. A revista vinha com um CD que, além dos vários aplicativos para Windows, também trazia um novo sistema operacional: "Conectiva Linux/Intel (Guarani)".



     Era uma versão baseada no Red Hat Linux e apesar de ter uma boa experiência com computadores, não conhecia nada sobre os Unix Like. Li a matéria sobre o Linux com muito interesse.
     Na época, meu computador era um poderoso K6-ll 500 com 256M de ram, 20G de HD, Sound Blaster, monitor Samsung Sync Master 3, rodando Windows 98 primeira edição.
     Antes, minha máquina era um 486 DX-100 com DOS 6.22 e Win 3.11 e incriveis 32M de RAM.
     Eu era um usuário intermediário do Windows, mas meu sistema era bem personalizado por scripts e edições no registro.
     Tinha diversas rotinas de backup porque era comum perder tudo devido algum erro de sistema ou de hardware.
     Eram tempos bem diferentes aqueles, meus backups eram em disquetes 3 1¼ e mais tarde em fita DAT SCSI.

     Mas queria muito experimentar aquele novo sistema...
     Aproveitei uma destas quebras para reparticionar o Hd. Deixei 9GB pro Windows 98, 9GB pro Conectiva Linux e 1GB pra um tal de Swap (Não sabia o que era Swap mas estava nas instruções, então...).
     Depois de muitas tentativas e erros finalmente lado a lado, Windows 98 e Conectiva Linux na minha máquina.
      Não foi um fácil começo... A configuração da minha máquina era basicamente composta por periféricos para Windows. A placa mãe era uma SIS530 e isso não ajudou nada minha entrada no mudo Linux.
     A primeira dor de cabeça foi a resolução de vídeo. Meu monitor não estava nas listas e eu não tinha um meio de pesquisar as frequências horizontal e vertical.
     No Guia de instalação dizia que se eu colocasse uma frequência muito fora do suportado poderia danificar seriamente o monitor.
     Sem falar no meu modem US-Robotics de linha discada e a impressora com Scanner da Xerox. Alías, deste capítulo nem quero falar...
     Muitas noites em claro em busca de soluções até que por fim tudo funcionou. Quer diser, nem tudo... O Linux não reconhecia nada de forma automática. Pra ler um disquete tínhamos que monta-lo por comando e desmonta-lo para retirar. Era tudo na base dos comandos. Pensei várias vezes em abandonar tudo e ficar com o confortável e falível Windows de sempre.
     Quando comprei hardware mais apropriado e estudei mais a fundo, comecei a usar o Linux mais seriamente.
     Abandonei o Conectiva quando a Mandrake software comprou a empresa e lançou o Mandriva. Foi nesta época que conheci o Debian Linux.
     Ainda assim mantive Linux e Windows na máquina de produção por muito tempo. Hojê em dia uso somente o Debian 9 no meu notebook e na maquina de testes estou testando o Arch Linux. Windows só em máquina de cliente...
 
   É isso...
     Daqui pra frente, só anotações e experiências.

Ed

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